International trade and deforestation: the political economy behind Brazilian land-intensive exports

Key-words: Deforestation; Environment; Game theory; International trade; Microeconomics

Abstract

Trade is directly related to deforestation and land use patterns. As an inducer of large economic activity and intensive use of factors related to deforestation and land, trade is often associated with higher emissions of CO2, pollution, deforestation, and many more negative environmental impacts. This dissertation aims to further characterize this issue by first analyzing the impact of stricter European Union import rules in the context of the European Union-Mercosur Free Trade Agreement, using an adapted quantitative spatial model that makes land and structure use endogenous. We find that in scenarios where trade in land-intensive sectors faces higher charges, land use in Brazil typically increases in the outer states of the Legal Amazon. Subsequently, to deepen our understanding of the relationship between trade and deforestation, we use a game theory model to analyze the dynamics between countries’ preferences for trade tariffs and deforestation levels for country pairs. Results indicate that free trade and zero deforestation is neither an optimal nor attainable social solution. Furthermore, there appears to be a free-riding incentive whereby a country more concerned with deforestation will experience larger deforestation levels from the less-concerned country. The overall conclusion is that cooperation and multilateral action are required to tackle deforestation. Additionally, trade access can be used as a mechanism to induce more effective efforts by nations with large forest territories, such as Brazil.

Resumo

O comércio internacional é diretamente relacionado ao desmatamento e padrões do uso da terra. Como um indutor de atividade econômica e uso intensivo dos fatores relacionados ao desmatamento e terra, o comércio internacional é usualmente associado a mais altas emissões, mais desmatamento e outros resultados negativos de um ponto de vista ambiental. A presente tese tem por objetivo caracterizar essa problemática inicialmente explorando o impacto de regras de importação mais rígidas da União Europeia, no contexto do Acordo de Livre Comércio da União Europeia e do Mercosul, usando um modelo quantitativo espacial que endogeniza o uso do fator terra e estruturas. Este estudo encontra que nos cenários nos quais o comércio em setores intensivos no fator terra enfrenta maiores tarifas comerciais, o uso do solo no Brasil tipicamente aumenta nos estados da borda da Amazônia Legal. Num segundo estudo, a fim de aprofundar nosso entendimento sobre a relação entre comércio internacional e desmatamento, desenvolvemos um modelo utilizando teoria dos jogos para analisar a dinâmica entre as preferências de países por níveis de tarifas comerciais e desmatamento para um par de países. Os resultados deste estudo indicam que o livre comércio e o zero desmatamento não são resultados alcançáveis no ótimo. Além disso, há um incentivo de carona (free ride), no qual um país que prefere menores níveis de desmatamento faz um esforço de não-desmatamento proporcionalmente maior que aquele país que tem preferências por um maior nível de desmatamento. A conclusão desta tese é que cooperação e ação multilateral são necessários para lidar com o desmatamento. Adicionalmente, acesso a mercados estrangeiros pode ser usado como um mecanismo mais eficaz em induzir menores níveis de desmatamento em países como muitas florestas, como o Brasil.

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